quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Ué, mas não tinha acabado?
Depois de 2 anos, finalmente o Nightwish lançou um novo álbum, Dark Passion Play, agora com a vocalista Anette Olzon.
A banda já lançou dois vídeos, que não param de bombar no santo Youtube.
E agora, quando vem para o Brasil?
Amaranth
Bye Bye Beautiful
Tarja Turunnen? Quem é ela?
Videogueime
Em janeiro a revista mudou do vinho pra água. Com o tema “a revista de entretenimento para gamers adultos”, a revista ganhou uma nova diagramação (horrível!) e passou a abordar temas um pouco fora da área de games e pequenas pílulas, curiosidades e bizarrices sobre o maravilhoso mundo dos games (transcrevi duas logo abaixo). As matérias sobre o mercado de games, cultura pop foram super bem recebidas, assim como as ótimas entrevistas com criadores dos games do momento. Mas com um porém: tudo não passa de um Ctrl+C e Ctrl+V da EGM gringa.
Até aí tudo beleza, mas depois disso só foi decepção. Pôsteres de mulher pelada, a extinção da seção de cartas (que felizmente voltou) e o total esquecimento dos consoles da “Velha geração”. Sem falar na seção EGM Zine, um encarte “independente” escrito por leitores. A última dela foi a extinção da revista EGM PC, com conteúdo para jogos de computador, que agora virou uma seção da EGM Brasil original.
A revista agora só fala de Xbox 360, Play 3 e Wii, além de Nintendo DS e PSP. Na boa, ninguém ainda tem grana pra comprar os consoles da nova geração, que chegam a custar, os mais baratos, de R$ 1500 a R$ 2000, na Santa Efigênia, o paraíso do contrabando. Se então for um Play 3, comprado pelas “vias legais”, a brincadeira não sai por menos de 4,5mil.
E agora, que vou entrar arregaçando na nova geração? Na boa, não dá mais pra comprar a EGM. Já foi o tempo que a revista era tida como a melhor do país, com conteúdo exclusivo e abrangente sobre todos os consoles.
O foda é que ela continua sendo a única revista multiplataforma do mercado. As outras são segmentadas para apenas este ou aquele videogame, e esse tipo de revista não me agrada. Já ta na hora de ser lançada uma nova publicação sobre o tema, mas com qualidade, por favor.
Daí acontece o mesmo que aconteceu com a finada Ação Games, revista que comprei religiosamente por mais de 6 anos, e que sou proprietário de mais de 100 edições. A revista já andava mal das pernas e começava a apelar, usando linguagem xula e pôsteres de mulé pelada. Daí foi lançada a EGM Brasil e afundou a revista de vez.
Se cuida EGM. Se continuar assim vai acontecer o mesmo com você.
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Três notícias um tanto bizarras tiradas da EGM Brasil 67:
O sistema penal britânico se tornou um lugar melhor pra viver. O mesmo governo que baniu de suas prateleiras Manhunt 2, considerado o jogo mais violento da história do Play 2 (ah vai, nem tanto), investiu cerca de 30 mil verdinhas nos últimos 2 anos para instalar 120 Playstation 2 nos presídios para adolescentes, o equivalente por lá às nossas famosas Fundações Casa (ou FEBEM, se preferir).
Tudo indica que o próximo passo seja a instalação de LCDs de 62”, com a gradual substituição dos consoles pelo Play 3, tudo para que os mulambentos aproveitem a Playstation Network, criem comunidades e passem a se senti em casa.
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As outras duas são made in brazil. Essa aconteceu em Campinas. Beltrano, de 18 anos, tirava um contra com seu primo de 8 anos no Mortal Kombat, do Super Nintendo. Foi ensinar um fatality pro moleque e, pra não soltar o controle no chão, segurou-o pelo fio com os dentes. Foi quando um raio atingiu a casa, queimando a tv, o super Nintendo, e jogando o cara longe. Ainda em estado de choque (rá!), beltrano ainda conseguiu chamar uma ambulância.
Ele sobreviveu, mas ficou sem videogame. E seu primo ficou sem saber o fatality do Scorpion. Mundo injusto.
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Cicrano da Silva, tido como um dos jogadores mais poderosos de Gunbound, sofreu um seqüestro relâmpago. A quadrilha, chamada La Firma, já haviam feito outras 23 tentativas para roubar a conta do atual líder do ranking do game. O objetivo era vender a conta recém roubada em sites de leilões, pela bagatela de 15 mil (e o pior é que tem doido que paga isso!).
O caso aconteceu quando o dono da conta se encontrou com um membro da quadrilha. Após ser surpreendido, o jogador foi ameaçado com uma arma e obrigado a ir numa Lan House, onde teve que passar todos os dados de sua conta. O dono do estabelecimento suspeitou a movimentação e chamou os homi.
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As minhas respostas seriam sempre a alternativa C.
E as suas?
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Saiu o Set List das músicas do aguardadíssimo Guitar Hero 3. Confira aqui.
E aí Eletronic Arts? Vamos ver se vocês fazer melhor com Rock Band.
Qual será o melhor game musical de 2007?
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Já imaginou se Heroes fosse produzido no Brasil? Se não for pela Rede TV, já ganha um ponto meu.
terça-feira, 2 de outubro de 2007
O incrível celular que "avoa"
Tava o pessoal da Ativa numa sala vazia discutindo o TCC, já que entramos na reta final do trabalho, que deve ser entregue no dia 30/10. Num momento caloroso da discussão, conversávamos sobre uma tonta que decide abandonar a facu faltando 3 meses para se formar. A vaca nos abandona quando o nosso vídeo institucional já estava pronto. Resultado: temos que refazê-lo, pra tirar as imagens da tranqueira que já não faz mais parte do grupo.
Então eu, numa demonstração de maturidade que só eu tenho, jogo minha bolsa com tudo na mesa, fazendo voar pra longe o celular de uma amiga, indo parar a uns, na boa, cinco metros de distância.
Mas ta tudo bem, não houve mortos, tampouco feridos. Talvez o único ferido será meu bolso, mas isso já é outra história.
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Conversa com um professor via MSN, sobre o malfadado TCC:
Cae diz (22:50):
CLARO Q FALHAMOS EM VÁRIAS COISAS NESSA BAGAÇA.. MAS ACHO QUE FOMOS BEM
Professor diz (22:50):
está bom
Professor diz (22:51):
amor aos pedaços, academia runner, foi muito bom mesmo
h.ster legal tbm.
o seu está na disputa.... é dificil mesmo, vcs tem que bombsr nas peças.
Você já se sentiu com o peso do mundo inteiro nas suas costas
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Pílula # 19
Blz! Dia 25 será a data em q entraremos arregaçando na nova geração.
Confuso? Um número resume tudo acima: 360.
Mais confuso ainda? Por onde você andava nos últimos dois anos? Na ilha de Lost?
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Há alguns anos atrás eu tava tentando a sorte com uma menina, que não deu certo (novidade).
Imagina minha cara de surpresa quando a irmã dela me aparece e me pergunta se estou namorando, ficando ou afins. Depois de dar minha resposta, eu pergunto quem quer saber. Ela então me diz que sua irmã foi quem lhe pediu para perguntar.
Vai entender né.
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É sempre bom voltar às origens. Por isso baixei o novo álbum do Heloween, Gambling With The Devil. Ouvindo a banda me faz lembrar de bons momentos que tive na vida, em meio a covers na Led Slay e o show ao vivo em 2003.
As Long As I Fall corre sério risco de figurar entre as músicas do próximo Play Count Manual, que to prometendo faz um tempão.
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O Nome da Rosa é um livro denso, de leitura pesada, daqueles que qualquer distração já nos fazem perder o fio da meada, e ler todo o parágrafo novamente. Isso quando você não tem que ler todo o capítulo de novo.
Mas como já disse o poeta: Puta que é puta não tem medo de rola grande.
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Finalmente, depois de três meses, finalmente acabei de assistir a 6ª temporada de Arquivo X. Pra quem assitia uma temporada em uma semana, esse tempo todo foi uma verdadeira eternidade.
Pra você ver como o TCC afeta a nossa sagrada rotina.
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Mesmo com o cabelo cor de água de salsicha, fala a verdade: Simone Simmons é ou não é uma das mais belas vocalistas do metal?
Epica - Solitary Ground
domingo, 30 de setembro de 2007
Made in Brazil
Pelo que eu sei dos meus leitores, eu sei que muitos gostam de séries, principalmente das mesmas que eu gosto. Então vamos viajar na maionese de ver como elas seriam se fossem rodadas aqui no Brasil.
C.S.I. - São Paulo: O dia a dia de uma equipe de peritos policiais da capital paulista, que investiga os crimes mais cabeludos da cidade que nunca dorme. Com uma taxa de resolução de homicídos que não chega aos 10% no nosso país, é difícil que uma série assim decole. O primeiro episódio poderia ser a investigação de quem matou a Thais. Troque os diálogos inteligentes da versão original por comentários idiotas, como quem saiu do Big Brother e como foi o final da novela e pronto. Não ia durar nem uma temporada.
Fulana´s Anatomy: A vida de uma equipe de médicos residentes no Hospital Tide Setúbal, um dos maiores açougues da Zona Leste. Tudo visto pelos olhos de Fulana, uma médica do tipo bonitinha mas ordinária, que vive uma paixão pelo seu chefe e mora com mais dois amigos. Assim como no original, a série deve conter muita sacanagem, do tipo ninguém é de ninguém. Esqueça o corre-corre do Seatlle Grace Hospital. Na versão brasileira, o pronto-socorro teria uma fila sem fim de pacientes à espera de atendimento e equipamentos primordiais estariam quebrados na hora em que se precisasse. Troque os diálogos inteligentes da versão original por comentários idiotas, como quem saiu do Big Brother e como foi o final da novela e pronto. Não ia durar nem uma temporada.
Arquivo X: Uma dupla de agentes da polícia federal investigando casos sobrenaturais em território nacional, além de desvendar uma conspiração governamental, para a invasão da Terra, a começar pelo Brasil, na cidade de Varginha. Poderia ter alguns episódios legais em cima de mitos brasileiros, como o chupa cabras e a mula sem cabeça. Troque os diálogos inteligentes da versão original por comentários idiotas, como quem saiu do Big Brother e como foi o final da novela e pronto. Não ia durar nem uma temporada.
Gilmore Girls: Mãe e filha gostosas seriam substituídas pela dupla enxaqueca Regina Duarte e Gabriela Duarte que, em vez de falar demais, com os diálogos espertos e cheios de referências pop, viveriam com a cabeça de ladinho, dando um sorrisinho meigo. Troque os diálogos inteligentes da versão original por comentários idiotas, como quem saiu do Big Brother e como foi o final da novela e pronto. Não ia durar nem uma temporada.
Smallville: a vida de um alienígena enviado antes de seu planeta explodir para Varginha, onde é criado por um casal de caipiras e ajuda a manter o sítio deles com seus super poderes, se apaixonaria por uma gostosa, teria uma amigona que saberia dos seus poderes e um amigo que no futuro se tornaria Governador de Minas Gerais e seu arqui inimigo. Troque os diálogos inteligentes da versão original por comentários idiotas, como quem saiu do Big Brother e como foi o final da novela e pronto. Não ia durar nem uma temporada.
Heroes: Bem, a Record ta tentando a sorte com Caminhos do Coração, com humanos transgênicos (Rá!).
Sex And The City: A Record já tentou a sorte com Avassaladoras, e todo mundo sabe o resultado.
Desesperate Housewives: A Rede TV ta estragando uma série que já não é uma das melhores no original, com uma Sonia Braga no piloto automático e crianças argentinas dubladas em português (!!!).
E você, como seria a versão nacional de sua série favorita? Diz aí.
Wow! DVD da primeira temporada de Will & Grace por apenas 19,90? Box da trilogia De Volta para o Futuro por 39,90? É meu!
Não to fazendo merchandising, mas o site da americanas.com as vezes vem com umas promoções que faz a gente até pensar que se trata de mercadoria roubada. Aproveitem.
Todos tem o seu "momento violência" (o meu último foi num vagão de trem), mas todos também tem o seu "momento carência".
Eu agora estou tendo o meu. Faz cerca de 9 dias que ninguém me dá um oi pelo orkut. Agradeceria muito se vocês fizessem isso, antes que eu corte os pulsos.
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Contingência
Ontem eu paguei a minha última parcela do meu computador. Saí do banco do mesmo jeito que o Galvão.
A gente sai de uma dívida pra ir pra outra. Sábado já vou me preparar pra um upgrade na máquina, que vai me arrombar em uns 700 mangos.
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Faz cerca de 4 meses que não faço uma jornada a lá Jack Bauer, ficando mais de 24 horas no ar.
Acho que isso vai acabar hoje. Devido à greve dos bancários, me ofereci (otário!!!) a chegar mais cedo pra fazer parte de uma equipe de contingência, que irá trabalhar antes do pessoal do sindicato fazer a greve, umas 5h30 da manhã.
Isso significa que terei que acordar por volta de umas 2h30 da matina, pro táxi me pegar em casa as 3h30.
Não dá nem pra dormir, pois o TCC não deixa. Tenho que fazer umas partes do planejamento de campanha, que é pra amanhã.
Hoje eu fico à base de anfetaminas, de novo.
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Eu falei abaixo que tinha comprado o livro Belas Maldições. Na verdade eu tinha encomendado, mas a livraria disse que não conseguiria. Acabei trocando por O Nome da Rosa, que eu tava procurando faz um tempão.
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Primeiro foram os celulares. O pessoal adorava pendurar eles no pescoço, pra mostrar pra todo mundo que tinha um. Depois vieram os Ipobres. Todo mundo tinha uma porra dessa pendurada no pescoço, mas a tecnologia não fica parada.
Hoje em dia parece que uniram o útil ao agradável e criaram os infames celulares com mp3. Tá, eu tenho um, então não posso reclamar. Mas você, caro leitor, não fica puto com esse povo que fica ouvindo em alto e bom som músicas de gosto duvidoso, nas lotações, trens e metrôs da vida?
Pelo menos eu tenho a capacidade de comprar um fone de ouvido.
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Comentei há alguns posts atrás a maravilha que foi o Vídeo Games Live. Falei também que tocaram, pela primeira vez, a música de abertura de Final Fantasy VIII.
Acabei achando o vídeo original do game, com uma das canas de abarturas mais emocionantes que já vi (e olha que já vi muitas) e to postando aqui, pra vocês se maravilharem com a música criada pelo papa da game music Nobuo Uematsu. As imagens em CG estão de encher os olhos de qualquer um, fã ou não.
Espero que gostem.
Final Fantasy VIII
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Previously, on Heroes...
Mesmo com o decepcionante final da temporada passada, Heroes voltou com força total. Um novo vilão, novos personagens com novos poderes (gostei do poder a lá “Toque de Midas”), o reencontro de velhos personagens, pessoas que deveriam estar mortas estão vivas e outras que deveriam estar vivas estão mortas.
Sem falar que a série não perdeu seu ritmo e sempre nos últimos minutos nos apresenta àquele momento não-acredito-que-estou-vendo-isso e finaliza com o infame to be continued.
Desculpa, não dá pra falar mais. Pra escrever direito, preciso colocar de volta o meu queixo no lugar. Ele foi parar no chão agora a pouco.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Pílula # 18
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A regra do jogo é simples: quem perder no Guitar Hero tira uma peça de roupa.
Em quatro rodadas ela já tava nua na cama. E molhada.
Depois falam que videogame é coisa de criança. Rá!
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Após devorar A Revolução dos Bichos em algumas horas, parto amanhã para o 5º livro do mês.
O título da vez é Belas Maldições, do escritor pop Neil Gailman, autor do também clássico Sandman.
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Finalmente o meu primeiro cliente. Fechei, junto com minha amiga/sócia, o nosso primeiro free lance.
O serviço em questão é a papelaria para uma empresa de informática, com cartão, envelope e papel carta. O preço da brincadeira? 250 pratas pra cada um. Eba!
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Uma das principais características dos TCCs, de qualquer curso, de qualquer faculdade, de qualquer país e planeta, é as brigas entre os membros.
Eu tava começando a sentir falta disso no meu grupo.
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Alguém aí já assistiu Tropa de Elite, documentário que mostra a realidade do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) no Rio de Janeiro?
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Finalmente Heroes estreou na Record. Tirando a péssima dublagem, essa é uma ótima oportunidade de acompanhar uma série tão boa quanto Lost, considerada como sua principal concorrente.
Se a Record continuar assim, em breve ela consegue bater sua meta, estabelecida para 2010: alcançar o primeiro lugar no ibope. Se cuida Globo.
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Ta sentindo falta do Play Count Manual? Eu também.
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Amém
Aleluia... Oh... Thank you Jesus!
Não tem como não dar risada com o pastor recebendo a "graça" de Deus.
É só eu, ou mais alguém já comprou uma passagem só de ida, sem escalas, pro inferno?
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O pastor não é a cara de Max Gheringer, colunista da revista Época?
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Comprei ontem, como prometido, o livro A Revolução dos Bichos, de George Orwell. O livro é tão bom que amanhã mesmo já termino de ler.
Obrigado pelas dicas de livros dos meus leitores. Posso garantir que elas estarão numa próxima lista de compras.
Menos a bíblia. Como disse Homer Simpson: esse livro não tem resposta nenhuma!
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Video Games Live. Eu fui.
Resolvi colocar vários vídeos do Youtube para ilustrar o post. Por motivos óbvios, só há os links, para a navegação do blog não ficar comprometida. Se você gostar de alguns dos jogos que citei abaixo, assista o vídeo. Vale a pena, pode ter certeza. Daí a gente comenta depois.
Mas como diria um bom psicopata, vamos por partes.
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A ida.
-Ó, o carro tá sem escapamento, então faz um puta barulho. Pra trancar a porta você tem que subir o vidro, tirar o forro da porta e mexer num pininho. Essa daqui é a chave da ignição, essa é a da porta esquerda, essa é a do porta mala e essa é a do tanque de gasolina. O limpador de parabrisa não funciona. Só tem um farol funcionando e o carro ta meio sem freio. A segunda é difícil de pegar, tem que ter jeitinho. Não tem cinto de segurança também. A direção é meio dura e a luz de freio esquerda tá queimada.
- Falta mais alguma coisa?
- Tá sem estepe.
E lá fomos nós, com a cara e a coragem (muita, muita coragem), enfrentar a Ayrton Senna, Marginal Tietê e Pinheiros, para o show das nossas vidas. Cada um com o seu respectivo cu na mão, é claro. Esse é o Chevette 80 do meu irmão, verdadeiro xodó (e fonte de tétano) dele.
Tirando um momento de susto quando pensamos que o capô ia levantar (é sério) e pelo fato de nos perdermos um pouco, chegamos sem problemas. Um barulho danado, parecia que o carro era seguido pelas hordas do inferno.
Imagine um trator. Agora imagine o barulho que ele faz. Esse é o som reproduzido pelo motor do chevettinho. Chegamos inteiros, mas com um puta zumbido no ouvido.
Sem falar que o carro é meio alucinógeno. Com o escapamento quebrado, o interior do carro ficava cheirando gasolina direto. Chegava uma hora que a gente começava a ver gnomos atravessando a marginal.
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A fila
Com medo de chegarmos atrasados, chegamos umas 4 horas antes dos portões abrirem. Beleza, vamos guardar o sagrado lugar. E depois de um tempo começa a aparecer os tipos mais estranhos que existem.
Fãs de Star Wars. Pessoas com camisetas de vários games (eu quero uma!), e vários cosplayers. Gente fantasiada de Ryu, Yori Yagami, Katsumy Todo, Link, Mario e Luigi, entre outros. É até bom saber que você não é o único bitolado no mundo.
Depois de algumas horas, aparece Martin Leung na entrada. Quem é esse cara? Ele é apenas um coreano (ou chinês, é tudo igual) que ficou famoso mundialmente ao aparecer num vídeo no youtube tocando os temas de Mario Bros. no piano, de olhos vendados. É claros que tivemos nosso momento tiete e tiramos várias fotos do carinha.
Depois de cerca de meia hora, aparece um cara com uma guitarra a lá Chimbinha e começa a perguntar em alto e bom inglês quem veio no show ano passado. Era nada menos que Tommy Tallarico, compositor de trilhas para games e um dos idealizadores, junto com o maestro Jack Wall, do Projeto Vídeo Games Live. Ele ficou lá uns 15 minutos batendo um papo com a gente, tocando umas coisinhas na guitarra e cumprimentando a galera. Gente boa esse cara.
Quando os portões finalmente foram abertos, parecia que eu tava no paraíso. Quatro máquinas com 8 guitarrinhas para jogar Guitar Hero, três carros de fórmula 1 com telas de LCD para jogar um game de corrida e mercenárias gostosas vendendo camisetas do evento a 40 pratas. Me esbanjei e posso dizer que, finalmente, sei jogar Guitar Hero com a bendita guitarrinha de plástico.
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O show
Depois de todos se sentarem, a orquestra chega. Todos aplaudem. Depois de um pequeno anúncio dos nossos patrocinadores, aparece no telão um clipe da música Ms. Pacman, da banda The Go! Team. Ninguém entende no começo do que se trata o vídeo, mas logo todos caem na risada e aplaudem o clipe, quando percebem do que se trata.
Há antes um rápido concurso de cosplayers antes do tão esperado show. Tudo pra aumentar mais a ansiedade.
As luzes se apagam. Na tela, aparece as imagens de Pong, o primeiro jogo comercial da história, com sua bolinha quadrada pingando de lá pra cá. Primeiro ouvimos as risadas do público, surpreso com aquilo. Aí a orquestra começa os primeiros acordes. Um arrepio sobe do rego até a nuca e olho pros lados e tem gente com lágrimas nos olhos. Depois vem Space Invaders e uma série de clássicos dos anos 80. A cada jogo, uma salva de palmas e gritos de alegria. Logo aparecem Donkey Kong, Frog (o do atravessar o sapo pro outro lado da avenida, lembra?), Dragon´s Lair, Tetris, Zelda... haja coração!
Depois ouvimos um som bem familiar, depois uma voz mais familiar ainda. Solid Snake, as série Metal Gear, convoca todos pra chamar o mestre de cerimônia Tommy Tallarico, que aparece para anunciar a próxima música. Antes, aparece o criador do jogo no telão, Hideo Kojima. Depois de agradecer e blá blá blá, num japonês misturado com inglês, vamos ao que interessa.
A trilha de Metal Gear é maravilhosa, e eu que fiquei lá, babando nas imagens e viajando no som, uma das melhores trilhas que já ouvi. Depois disso foi só clássico atrás de clássico. Sonic, Zelda, Final Fantasy VIII (tocada pela 1º vez), Warcarft e... intervalo!
No intervalo, apareceu uma tela de loading para o segundo ato. Ao final, apareceu a mensagem press start (or clap) to begin. O Segundo ato foi um pouco fraco, tocando músicas da série Myst, do filme Tron, Beyond Good and Evil e Kingdon Hearts.
Durante o show houve várias brincadeiras com o público. Tallarico convidada fãs para subir ao palco jogar algum game enquanto a orquestra fazia a trilha de acordo com o desempenho do jogador. “Deve ser assim que os ricos jogam” ele disse. Um cara subiu ao palco para jogar Space Invaders. O legal era que ele vestiu uma camiseta especial e tinha que correr de um lado para o outro do palco, para controlar a nave e passar de fase. Caso conseguisse o trunfo em menos de 1m30s, ganharia a sua pontuação obtida no jogo em R$. Pena que não deu certo. Ele perdeu com quase 8 mil pontos.
Outro caso legal foi um cara que subiu no palco para jogar num simulador de corrida, dentro de um carro de fórmula 1 de verdade, com um monitor LCD na frente. Caso completasse o circuito de Interlagos em 1m10s, ganharia o carro de presente. “Tomara que caiba no seu quarto”. Também não deu, mas não faltou torcida.
Mas o melhor estava pro final. Primeiro tocam a trilha sonora de Mario Bros. e depois chamam o coreano (chinês, japonês, sei lá) Martin Leung pra fazer o som no teclado. E depois Tallarico fala que recebeu um e-mail de um brasileiro que toca a música no violão e o chama para ir ao palco. A música no violão até que ficou legal, com um ar de chorinho. Essa já era a 3º vez que Martin Leung subia ao palco na noite.
Depois veio o final. A trilha de Halo, jogaço do X Box e talvez um dos melhores jogos de tiro da história. Depois Tallarico sobe ao palco e informa que a próxima é, infelizmente, a última da noite. E começa a dar pistas sobre qual música seria. Fala que o compositor é um “tal” de Nobuo Uematsu, de um jogo pouco conhecido chamado Final Fantasy VII. O Via Funchal quase vem abaixo quando ele anuncia One Winged Angel, música final do jogo e uma das mais fodonas da noite. Ainda teve, durante a música, Tallarico esmirilhando sua guitarra do Chimbinha, dando um ar de heavy metal à música.
Depois as luzes se acendem, o povo começa a se levantar... e lá se vão as 3 horas do melhor show do ano. Tá, foi o único.
Assim como os muçulmanos devem ir à Meca uma vez na vida, eu e meus amigos deveríamos assistir esse show uma vez na vida também. Mas não há nenhuma regra dizendo que o muçulmano não possa ir mais vezes à cidade sagrada, então... Vídeo Games Live 2008, eu vou.
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A volta
Nada diferente da ida, só que tivemos que empurrar o Chevette pra ir embora. Nada de mais, a gente tava até estranhando que a gente não teve que fazer isso ainda.
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Mas nem tudo são flores. Todas as músicas tinham imagens maravilhosas nos telões com cenas dos respectivos jogos. Menos os games da Square. A empresa não autorizou o uso das imagens de Kingdon Hearts e da série Final Fantasy nos shows, somente as músicas.
Mas como disse Tallarico na apresentação de One Winged Angel: “essas músicas não precisam de imagens. A trilha sonora fala por si só”.
Amém, reverendo!